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Viver de vida

Talvez um dia de manhãzinha, 

ainda a tarde ou ao anoitecer.

Você entenda que minha vida, 

só se tornou vida quando tu resolveu aparecer. 
                             

                              Ingrid Mendes 

Mais uma explicação 

Amor e seus devaneios, 

Suas irregularidades.

Amor e o apego e ainda o des.

Amor e a proximidade, cautela e explosão . 

Amor e suas inúmeras incógnitas vislumbrando o outro que realmente nem sabe se conhece ou não.

Amor sentido,

 Amor pensado,

Amor imaginado.

Amor é sempre amor se for bem (o)usado. 

                         

                      Ingrid Mendes 

Mulheres… Ah, as mulheres 

Ora querem, dali a pouco já  não as agrada o mínimo de respiração que contigo compartilha.
Mas é compreensível, tendo em vista que  são incríveis. Cada uma com sua essência e contagiante forma de viver. Elas são sempre admiráveis mesmo sem ao menos fazer algo. São essenciais e incrivelmente maravilhosas. Eu gostaria de ter um pouquinho de cada pois entre tantos olhares pedintes disso que transborda em mim, saciaria milhares sem nenhuma pretensão. Faria do amor ou paixão aquilo que jamais imaginariam que pudessem sentir. Mulheres… Ah as mulheres… Não consigo explicar o que fazem comigo, são inúmeras vezes como mágica para uma leviana (o) que pouco sabe desse grandioso sentimento que de mim é de uma porcentagem não descrita e nem bem sei se realmente é existente.

                             

                            Ingrid Mendes 

Eu já não existo

Faço coisas,

traço planos,

respiro,

como,

eu vivo, 

mas já não existo.

Faço piada,

sou “alegre”,

amo incondicionalmente,

me dôo,

eu vivo, 

mas já não existo.

Escrevo coisas e as digo de um jeito persuasivo

 para mostrar que penso no futuro ,

e vivo, 

mas já não existo.

Tento acreditar que realmente desejo concretizar tudo que querem que eu faça, e seja, 

eu vivo, 

mas já não existo.

Entre sorrisos e conversas, levando um pensamento positivo,

eu vivo, 

mas já não existo.

Com tanto escondido no silêncio é como vivo,

Mas a cada respiração e cada lágrima no chão,

eu já  não existo.

                               Ingrid Mendes